Os alunos da educação inclusiva compreendem, legalmente, o público-alvo da Educação Especial, que engloba estudantes com deficiência (física, auditiva, visual, intelectual e múltipla), transtornos globais do desenvolvimento (como o Transtorno do Espectro Autista - TEA) e altas habilidades ou superdotação.
Contudo, em uma perspectiva contemporânea e ampliada, a educação inclusiva vai além: ela abrange todos os estudantes que, por razões sociais, econômicas, culturais, étnico-raciais ou de gênero, encontram barreiras que dificultam o seu pleno acesso, permanência, participação e aprendizagem na escola regular.
Portanto, o foco desse grupo não está em rótulos ou déficits individuais, mas na diversidade humana, exigindo que a instituição escolar se adapte para atender às singularidades de cada educando.