O curta Fitas mostra, de forma sensível, como pessoas com TEA percebem e organizam o mundo à sua volta. Aprendi que aquilo que, para muitos, parece apenas um detalhe — como uma fita, um objeto específico ou um padrão visual — pode representar segurança, ordem e conforto para alguém dentro do espectro. A história reforça a importância de olhar além do comportamento e entender as necessidades, emoções e formas de expressão da pessoa autista.
O curta também evidencia que a inclusão começa na compreensão: quando acolhemos a maneira de ser do outro, evitamos julgamentos precipitados e criamos conexões mais humanas. Assim, aprendi que paciência, empatia e respeito às individualidades fazem toda a diferença no convívio e no apoio a pessoas com TEA.
Em sala de aula precisamos ter esse olhas diferenciado, proporcionar diferentes alternativas e ser sensível a situação.