Andragogia e tipos de aprendizagem

Andragogia e tipos de aprendizagem

por Mauricio de Sousa -
Número de respostas: 5

Olá, pessoal!

Achei muito interessantes os dois vídeos. Para quem está na prática em sala de aula, percebemos essa evolução na aprendizagem. Por isso, utilizamos diferentes recursos (visuais, auditivos, escrita, leitura etc.) para garantir que nossos estudantes aprendam.

E, principalmente para mim, que atuo na EJA, essas formas são fundamentais, pois todo assunto — sou professor de História — quase sempre parte da história de vida dos estudantes, que já carregam uma longa experiência.

Em resposta à Mauricio de Sousa

Re: Andragogia e tipos de aprendizagem

por JOANE VIEIRA E SILVA -
Achei os dois vídeos muito interessantes. Para quem atua na prática em sala de aula, é possível perceber como a aprendizagem evolui quando usamos diferentes recursos — visuais, auditivos, escritos, leituras, entre outros — garantindo que os estudantes compreendam melhor os conteúdos.

No meu caso, atuando na EJA, essas estratégias são ainda mais fundamentais. Como sou professor de História, grande parte dos assuntos aborda experiências de vida dos alunos, que já trazem consigo uma bagagem extensa de vivências e conhecimentos prévios.
Em resposta à JOANE VIEIRA E SILVA

Re: Andragogia e tipos de aprendizagem

por IZABELLE REMÍGIO BARROS -
Olá,
Realmente, além do importante conteúdo , já podemos observar e sentir a importância da estruturação e dos diferentes recursos para melhor compreensão do estudante.
Eu jé atuei na educação de cursos técnicos e vejo o quanto é fundamental ter uma aula didática e expositiva.
Em resposta à Mauricio de Sousa

Re: Andragogia e tipos de aprendizagem

por Caroline Farias -
Você trouxe um ponto essencial quando fala da diversidade de recursos (visuais, auditivos, leitura, escrita). Isso dialoga muito com a ideia de que não existe uma única forma de aprender — principalmente na EJA, onde os estudantes têm trajetórias de vida marcadas por experiências muito próprias e significativas.

Achei especialmente potente você destacar que, na História, os conteúdos partem da vivência dos próprios alunos. Isso aproxima o conhecimento da realidade deles e transforma a aprendizagem em algo vivo, não apenas teórico. Na EJA, reconhecer e valorizar a bagagem dos estudantes não é só uma estratégia pedagógica — é também um ato de respeito e valorização da trajetória de cada um.

Sua prática mostra, na prática mesmo, como a aprendizagem se torna mais significativa quando conecta conteúdo, experiência e diferentes formas de expressão. Muito inspirador!
Em resposta à Caroline Farias

Re: Andragogia e tipos de aprendizagem

por Tereza Cristina Nunes de Paula da Silva -
De fato, na EJA eu não consigo pensar o ensino dissociado da trajetória de vida dos estudantes. São sujeitos que carregam experiências de trabalho, de família, de luta e de resistência , e tudo isso é conhecimento. Quando parto dessas vivências, especialmente nas aulas de História, o conteúdo deixa de ser algo distante e passa a fazer sentido concreto.
Também acredito muito nessa ideia de que não há uma única forma de aprender. Por isso busco diversificar os recursos, visuais, auditivos, leitura, escrita, diálogo, para que cada estudante encontre caminhos possíveis de participação e expressão. Na EJA, isso não é apenas uma escolha metodológica, é um posicionamento ético.