Conhecer profundamente a instituição em que atuaremos como monitores de ensino inclusivo é essencial para que nossas ações sejam coerentes, eficazes e éticas. Cada escola ou instituição possui um projeto político-pedagógico, normas, valores, recursos disponíveis e um perfil específico de estudantes. Quando entendemos esse contexto, conseguimos mediar a aprendizagem de forma mais alinhada à realidade local, respeitando limites, potencialidades e objetivos educacionais.
A inclusão educacional, para mim, vai muito além do acesso físico à escola. Ela envolve garantir participação, pertencimento e aprendizagem significativa para todos os estudantes, considerando suas singularidades. O monitor de ensino inclusivo tem um papel estratégico nesse processo: apoiar o estudante, colaborar com o professor, adaptar estratégias quando necessário e atuar como ponte entre o aluno, a equipe pedagógica e a família. Inclusão não é favor, é direito — e exige intencionalidade, formação contínua e postura crítica.
Também acredito que conhecer as políticas públicas e a legislação fortalece nossa atuação, pois nos dá base para defender práticas inclusivas e combater exclusões veladas que ainda persistem no cotidiano escolar.
Links que considero relevantes:
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Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015): https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm
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Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva: http://portal.mec.gov.br
A troca de experiências entre nós é fundamental. Aprendemos muito quando escutamos diferentes vivências e olhares. A inclusão se constrói no coletivo, com diálogo, empatia e compromisso real com a aprendizagem de todos.