O Brasil sofre transformações significativas no ensino da andrologia, especialmente no ambiente corporativo (dentro das empresas) e na EJA, focando em metodologias ativas, relevância e experiência do aluno, com cursos e formações (muitos EAD) para educadores, que aprendem a facilitar a aprendizagem autônoma de adultos, diferenciando-se da pedagogia infantil. Nos educador precisamos nos preparar com qualificação e tecnologia capaz avançar o resultados.
Ótima pontuação! É fundamental destacar que a andragogia exige uma quebra de paradigma: o adulto não é um receptor passivo, mas um sujeito que traz bagagem e precisa ver propósito prático no que aprende.
Seja no ambiente corporativo ou na EJA, o uso de tecnologias aliadas às metodologias ativas permite que o ensino respeite o ritmo e a autonomia desse aluno. Como você bem mencionou, nossa qualificação como facilitadores é o diferencial para transformar informação em resultados reais, distanciando-nos de métodos infantis que já não cabem nesse contexto.
Seja no ambiente corporativo ou na EJA, o uso de tecnologias aliadas às metodologias ativas permite que o ensino respeite o ritmo e a autonomia desse aluno. Como você bem mencionou, nossa qualificação como facilitadores é o diferencial para transformar informação em resultados reais, distanciando-nos de métodos infantis que já não cabem nesse contexto.