Olá a todos! É muito gratificante avançar para este módulo, que toca no coração da nossa prática: o reconhecimento da individualidade de cada estudante. Como técnico em TI e músico, vejo a inclusão como uma orquestra onde cada instrumento tem sua afinação própria; não se trata de tratar todos da mesma forma (igualdade), mas de oferecer o suporte necessário para que cada um alcance seu potencial máximo (equidade).
Minha vivência no NACES, atendendo alunas com dislexia na monitoria de inglês, foi um exercício prático de equidade. Entendi que uma barreira pedagógica no ensino de uma nova língua pode ser superada com métodos diferenciados e paciência pedagógica. Da mesma forma, minha experiência voluntária no NAPNE, lidando com tecnologias assistivas como o DOSVOX, me mostrou que o que para alguns é apenas um software, para outros é a única ponte de comunicação com o mundo. Seja no autismo, na baixa visão ou na tetraplegia, o papel do monitor é justamente identificar se a barreira é física, atitudinal ou digital e atuar como o elo que a remove.
O grande aprendizado deste módulo é entender que a diversidade não é um problema a ser resolvido, mas uma característica humana a ser valorizada. Como monitores, precisamos estar atentos para não sermos nós mesmos uma barreira, mas sim facilitadores que promovem a participação ativa e autônoma de todos os estudantes nas atividades do IFRO.
Nota de transparência: Este texto foi organizado com o suporte de Inteligência Artificial para integrar minhas vivências práticas no NACES e no NAPNE com os conceitos teóricos de equidade e barreiras estudados neste módulo.