Compartilhando Saberes e Experiências

Compartilhando Saberes e Experiências

by Jean Douglas Nunes Pierre -
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Conhecer bem a instituição onde atuamos como monitores de ensino inclusivo faz toda a diferença na nossa prática. Cada Instituto Federal tem sua estrutura, seus documentos norteadores e setores específicos, como o NAPNE – Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Específicas. Entender como o NAPNE funciona, quais profissionais estão disponíveis, onde ficam as Salas de Recursos Multifuncionais e quais fluxos seguir para solicitar Tecnologia Assistiva ou adaptações me ajuda a agir com mais segurança e agilidade no dia a dia.

Além disso, estudar o Projeto Pedagógico Institucional e o Regulamento Didático me mostra quais são os direitos dos estudantes com NEE e quais são minhas atribuições como monitor. Isso evita que eu ultrapasse limites, como substituir o professor, e garante que meu trabalho esteja alinhado à Lei nº 9.394/96 (LDB) e ao Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015).

Sobre a inclusão educacional, compreendo que ela não é um favor: é um direito. Incluir é garantir acesso, permanência, participação e aprendizagem com equidade. Como monitor, meu papel é colaborar, mediar e auxiliar, mas sempre valorizando a autonomia do estudante. Pequenas atitudes como perguntar a forma preferida de comunicação, respeitar o tempo de resposta e usar linguagem acessível já reduzem barreiras atitudinais.

In reply to Jean Douglas Nunes Pierre

Re: Compartilhando Saberes e Experiências

by Milena de Castro -
Eu gostaria de agradecer a disponibilização deste curso. O trabalho dos tutores e do próprio Napne ganha muito com esse tipo de estruturação e compartilhamento. Parabéns aos responsáveis e vamos juntos garantir os direitos dos estudantes com NEE.