A andragogia me faz refletir sobre como o processo de aprendizagem na vida adulta precisa considerar que ninguém chega a um espaço de formação “do zero”. Cada pessoa traz consigo experiências profissionais, pessoais, conhecimentos e diferentes formas de compreender o mundo. Por isso, acredito que aprender na vida adulta faz mais sentido quando conseguimos relacionar o conteúdo com aquilo que vivenciamos no cotidiano e quando também temos espaço para compartilhar nossas próprias experiências. Nesse sentido, o educador não ocupa apenas o lugar de quem transmite conhecimento, mas também de quem cria possibilidades para a troca, o diálogo e a construção coletiva da aprendizagem.