Olá, colegas de grupo! É uma enorme satisfação iniciar esta jornada de diálogo e construção coletiva com todas e todos vocês.
Para abrir as nossas reflexões no tópico "Compartilhando Saberes e Experiências", gostaria de propor uma discussão sobre o ponto de partida de qualquer monitoria inclusiva de sucesso: a quebra das barreiras atitudinais no ambiente da Educação Profissional e Tecnológica (EPT).
Muitas vezes, a maior barreira que uma pessoa com Necessidades Educacionais Específicas (NEE) enfrenta não é a estrutura física do campus ou a complexidade do conteúdo técnico, mas sim o preconceito velado ou a subestimação de sua capacidade. Como monitoras e monitores, nossa primeira postura deve ser a de escuta ativa e parceria, reconhecendo a singularidade de cada estudante.