saberes

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por Rita Luppi de Paula -
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Na Educação Especial, não se parte de um monólogo do educador ("eu sei o que você tem e o que você precisa"). Parte-se de um diálogo constante para entender o universo do aluno.

  • Saber Escutar as Formas Não-Verbais: A interação aqui vai muito além da fala. Um gesto, um olhar, um movimento corporal, um grito, um desenho, o silêncio... tudo é linguagem. O educador precisa ser um "leitor de diálogos" multidimensionais.

  • Pergunta Central: "Como essa pessoa se comunica e interage com o mundo?" O diálogo é a investigação para responder a isso.

Exemplo: Um aluno não verbal no Transtorno do Espectro Autista (TEA) pode interagir através de um tablet com comunicação alternativa. O diálogo se estabelece quando o professor interpreta suas escolhas, responde a elas e cria novos estímulos a partir dali.


2. A Interação como Objetivo de Aprendizagem