De todos os métodos de aprendizagens citados na aula, o único que eu conhecia é o método VARK. Particularmente, tenho me identificado com o método multimodal, no qual tenho facilidade de aprender pelo visual, auditivo, leitura/escrita e cinestesia. Saber desses tipos me ajuda a ter um foco melhor na hora de estudar. Posso dar preferência por podcasts, audioséries, vídeos, maquetes, fluxogramas...
Concordo totalmente com o que você pontuou! É fascinante como compreender a teoria que rege a nossa prática transforma a maneira como encaramos os estudos. Muitas vezes estudamos de forma intuitiva, mas quando passamos a conhecer o método VARK e nos identificamos como multimodais, ganhamos uma 'bússola' para direcionar nossos esforços.
Saber que você transita bem entre o visual, auditivo, leitura e cinestesia abre um leque enorme de possibilidades. Em vez de insistir em apenas um formato exaustivo, essa clareza te permite alternar estrategicamente entre podcasts e fluxogramas, por exemplo, tornando o processo muito mais dinâmico e menos cansativo. Com certeza, esse autoconhecimento é o que vira a chave para um foco muito mais assertivo!
Saber que você transita bem entre o visual, auditivo, leitura e cinestesia abre um leque enorme de possibilidades. Em vez de insistir em apenas um formato exaustivo, essa clareza te permite alternar estrategicamente entre podcasts e fluxogramas, por exemplo, tornando o processo muito mais dinâmico e menos cansativo. Com certeza, esse autoconhecimento é o que vira a chave para um foco muito mais assertivo!
Essa versatilidade permite alternar estímulos e manter o cérebro engajado por mais tempo.