Concordo com a postagem: conhecer o VARK ajuda muito o tutor a diversificar a mediação e ampliar as chances de cada aluno se engajar com o conteúdo. Na prática, esse “mapeamento” da turma não serve para rotular ninguém, mas para orientar intervenções mais intencionais: quem responde melhor ao visual pode se beneficiar de esquemas e vídeos curtos; quem aprende mais pelo auditivo tende a evoluir com explicações em áudio e debates; o leitor/escritor ganha com resumos e roteiros; e o cinestésico com tarefas práticas, estudos de caso e atividades mão na massa.