Ter conhecimento das legislações é fundamental porque elas transformam a inclusão de uma "boa intenção" num direito garantido por lei. Para quem, como eu, transita entre a Tecnologia da Informação, a Música e o ensino de Inglês, a legislação funciona como o protocolo técnico ou a partitura que assegura que ninguém seja deixado para trás. Ter o domínio de marcos como a LDB e a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) é o que permite uma atuação segura e ética, garantindo que a instituição se adapte ao aluno, e não o contrário.
Minha trajetória prática no NAPNE, lidando com tecnologias assistivas como o DOSVOX, já havia me mostrado a importância da acessibilidade técnica. No entanto, a minha experiência no NACES, onde atuei como monitor de Inglês para duas alunas com dislexia, foi um dos pontos que mais consolidou a minha visão pedagógica. Foi nesse contexto que a teoria encontrou a prática: a Lei nº 14.254/2021, que dispõe sobre o acompanhamento integral para educandos com dislexia ou TDAH, passou a fazer todo o sentido. Percebi que a monitoria linguística exige adaptações e estratégias de comunicação específicas que só são plenamente eficazes quando entendemos que esse suporte é um dever institucional e um direito inalienável dessas estudantes.
O grande aprendizado que retiro deste módulo é que o monitor não é apenas um ajudante, mas um mediador que deve estar pautado na legalidade e na equidade. Conhecer as leis ajuda-me a identificar barreiras — sejam elas tecnológicas, atitudinais ou pedagógicas — e a propor soluções que respeitem a singularidade de cada um. A inclusão é um compromisso coletivo que exige conhecimento técnico, respaldo legal e sensibilidade humana.
Nota de transparência: Este texto foi sintetizado com o apoio de Inteligência Artificial para organizar e estruturar as minhas experiências práticas no NAPNE e no NACES (especialmente na monitoria de Inglês para alunas com dislexia), alinhando-as às reflexões teóricas sobre legislação do Módulo 2.