O tutor nos cursos EAD não é apenas um facilitador que promove a construção, mas também um agente coletiva do conhecimento. Ele atua como ponte entre teoria e prática, incentivando a autonomia e, ao mesmo tempo, fortalecendo a interação entre os cursistas.
Uma questão que sempre me intriga é: até que ponto o tutor deve intervir nas discussões aprendizado sem para orientar o limitar a liberdade criativa dos estudantes?
Será que o excesso de intervenção pode reduzir a autonomia, ou será que a ausência gerar dispersão e perda de foco de mediação pode de ouvir as experiências?