Compreender a legislação educacional e os marcos da inclusão, como a LBI (Lei Brasileira de Inclusão), vai muito além de decorar normas; trata-se de entender que o suporte ao aluno não é um favor ou uma escolha da instituição, mas um direito garantido. Antes deste módulo, minha visão sobre as leis era superficial, focada apenas na obrigatoriedade da matrícula. Agora, percebo que as leis oferecem o respaldo técnico e ético necessário para que possamos cobrar adaptações curriculares e acessibilidade real, transformando o "querer ajudar" em uma prática profissional fundamentada.
O conteúdo foi divisor de águas ao detalhar o papel do monitor como mediador, e não apenas como um cuidador. O grande aprendizado que levo é que a lei é a nossa bússola: ela baliza onde termina a nossa intervenção e onde começa a autonomia do aluno. Ao dominar esses parâmetros, sinto-me mais seguro para atuar na linha de frente da inclusão, sabendo que cada ação de mediação está alinhada com as diretrizes nacionais, o que fortalece minha voz dentro da equipe pedagógica para buscar o melhor para o estudante.