Na perspectiva da andragogia, as experiências que o adulto traz para o processo educativo são consideradas importantes para a construção de novos conhecimentos. Entretanto, fico pensando: será que essas experiências são sempre facilitadoras da aprendizagem?
Ao mesmo tempo em que os conhecimentos prévios podem ajudar o adulto a relacionar o conteúdo com situações concretas de sua vida e de seu trabalho, algumas concepções já consolidadas podem dificultar a abertura para novas formas de pensar e aprender.
Diante disso, gostaria de saber a opinião de vocês: como o professor pode aproveitar as experiências dos adultos sem deixar de provocar novos questionamentos e aprendizagens?