Depois de ler os materiais da LDB, CF/88 e a apostila de inclusão, ficou muito mais claro pra mim por que precisamos conhecer a lei.
Por que importa?
Porque senão a gente acha que inclusão depende de "boa vontade". Conhecendo a lei a gente entende que é direito do aluno e obrigação da escola. Se falta AEE, material adaptado ou acessibilidade, não é favor, é descumprimento legal. E isso nos dá segurança pra atuar e dialogar com a equipe.
O que eu já sabia x o que aprendi
Eu já sabia o básico: aluno PCD estuda na sala regular e existe AEE. Mas não conhecia os artigos específicos, nem a diferença entre AEE e sala regular, nem que leis como a 12.764/12 e a 14.254/21 cobrem TEA, TDAH e dislexia. Também não tinha noção de como o FUNDEB funciona na prática.
Como ajudou na monitoria
Me ajudou a entender meu papel: sou apoio, não "professor do aluno". O foco é acessibilidade e acompanhamento.
Parei de generalizar: cada aluno tem necessidade diferente, por isso o PEI faz sentido.
Comecei a olhar a sala com outros olhos: altura de mesa, contraste, tempo de resposta, forma de explicar. São barreiras que a lei manda eliminar.
Meu aprendizado principal
Inclusão não é responsabilidade só do monitor. É da escola inteira. E a lei é nossa ferramenta: com ela a gente consegue pedir adaptação, formação e trabalhar com mais segurança. E o mais importante: inclusão é processo. Não vamos mudar tudo em um semestre, mas cada ajuste conta.
Resumindo: lei na mão = prática mais segura e com menos achismo. Alguém mais teve essa percepção depois da leitura?