Os estigmas na educação inclusiva se manifestam por meio de atitudes discriminatórias, expectativas reduzidas e exclusão velada. Essas práticas afetam diretamente a autoestima e o desempenho dos alunos. Combater os estigmas exige empatia, informação e compromisso profissional, promovendo o respeito à diversidade e às potencialidades individuais.