Inclusão não é um favor ou um ato de caridade, mas uma questão de justiça e reconhecimento de humanidade. Quando limitamos o olhar ao diagnóstico, deixamos de enxergar o ser humano extraordinário que está aprendendo, sentindo e colorindo o mundo à sua maneira. Valorizar essas crianças é o primeiro passo para construir uma sociedade verdadeiramente justa, onde a diferença deixa de ser um obstáculo e passa a ser a maior prova da nossa capacidade de amar e conviver.