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NAPNE

Definição:
NAPNE significa Núcleo de Apoio às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas. É um setor presente nos Institutos Federais que tem como objetivo promover ações de inclusão, acessibilidade e permanência dos estudantes com necessidades educacionais específicas, atuando de forma articulada com professores, monitores, gestores e famílias.

Importância na EPT e na monitoria:
O NAPNE orienta práticas pedagógicas inclusivas, propõe adaptações e acompanha os estudantes, sendo um apoio fundamental para o monitor de ensino inclusivo. Conhecer o funcionamento desse núcleo ajuda o monitor a encaminhar demandas, colaborar com estratégias de apoio e fortalecer o processo de ensino-aprendizagem de forma equitativa.

Referência:
Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia – Políticas de Inclusão
MEC – Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva


NAPNE.

Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas.


Necessidades Educacionais Específicas (NEE)

Necessidades Educacionais Específicas (NEE)
Termo usado para descrever as demandas de estudantes que precisam de adaptações ou recursos especiais para garantir seu aprendizado pleno, seja por questões físicas, intelectuais, sensoriais, emocionais ou sociais


NEE

A iniciação na monitoria de ensino para estudantes com Necessidades Educacionais Específicas (NEE) constitui uma experiência formativa de grande relevância, tanto para o monitor quanto para os estudantes acompanhados. Esse processo vai além do apoio acadêmico, configurando-se como um espaço de aprendizagem mútua, no qual se desenvolvem competências pedagógicas, éticas e humanas fundamentais para a construção de uma educação verdadeiramente inclusiva.

Ao iniciar na monitoria, o estudante-monitor passa a compreender, de forma mais concreta, que as Necessidades Educacionais Específicas não se resumem às limitações, mas dizem respeito às diferentes formas de aprender, interagir e participar do ambiente educacional. Essa vivência contribui para o rompimento de visões assistencialistas e reforça a compreensão de que a inclusão exige estratégias pedagógicas flexíveis, respeito às singularidades e valorização das potencialidades de cada sujeito.

A monitoria inclusiva também se fundamenta nos marcos legais da educação brasileira, como a Constituição Federal de 1988, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996) e as políticas de educação inclusiva, que asseguram o direito de acesso, permanência e aprendizagem ao longo da vida. Nesse sentido, o monitor atua como mediador do processo educativo, colaborando para a eliminação de barreiras pedagógicas, comunicacionais e atitudinais que possam dificultar a participação plena dos estudantes com NEE.

Do ponto de vista formativo, a iniciação na monitoria promove o desenvolvimento de habilidades como empatia, responsabilidade, escuta sensível e trabalho colaborativo. O monitor aprende a dialogar com docentes, equipes pedagógicas e núcleos de apoio, como o NAPNE, compreendendo que a inclusão é uma ação coletiva e contínua. Além disso, essa experiência fortalece a consciência crítica sobre o papel social da educação e sobre a necessidade de práticas pedagógicas comprometidas com a equidade.

Assim, a iniciação na monitoria de ensino para estudantes com Necessidades Educacionais Específicas representa um importante passo na formação acadêmica e cidadã, contribuindo para a construção de ambientes educacionais mais acessíveis, democráticos e humanizados, nos quais a diversidade é reconhecida como elemento constitutivo do processo educativo.


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